Áudio, a tornozeleira eletrônica não funciona e pode servir de álibi para bandido cometer crime, diz advogado

25/06/2017

A morte da dona de casa Raimunda Maria Nascimento Silva era mãe do advogado Maurício Alves Silva, diretor do Centro Pop de Timon. ela que foi vítima de atropelamento e que foi provocado pelo apenado Fabio Araujo dos Santos, que dirigia uma moto e usava tornozeleira eletrônica,tem provocado uma grande discursão na cidade de Timon.       

Para a OAB Subseção MA o monitoramento das tornozeleiras tem falhas, defende o aperfeiçoamento do sistema e instalação de um escritório em Timon, da empresa que faz o monitoramento

Foi constatado que na hora do acidente, Fabio estava com o equipamento desligado, andava em alta velocidade e não tinha carteira de habilitação. 

Outro fato agravante constatado, foi que enquanto o apenado estava na UPA de Timon recebendo atendimento pois também saiu ferido no acidente, a tornozeleira informava que o mesmo estava no bairro Mutirão

Álém de não registrar o momento do acidente,  no horario de 10hs da manhã até meia noite o monitoramento não registrou nada.

Para o advogado Mauricio , filho da vítima, a tornozreira eletronica não funciona e serve de álibe para bandido cometer crime e juistificar que ele estava no local sem que ele tivesse 

O advogado Francisco de Assis, presidente Subseção da OAB de Timon no Maranhão, a OAB defende aperfeiçoamento no sistema e que a empresa instale um escritório em Timon para realizar o monitoramento em Timon

Para o advogado Einstein Sepúlveda, as medidas cautelares, como é o caso da tornozeleira eletrônica, ela é uma medida que veio para tentar tapar o sol com a peneira, para ele é nescessario  aperfeiçoar o sistema de fiscalização e monitoramento das tornozeleira no estado do Maranhão.